Revista Pesquisa FAPESP: “No rastro do crime”

Os criminosos nem sempre atentam ao detalhe: um pouco de barro na sola do sapato ou uma fina camada de argila aderida à pele pode permitir aos especialistas em análise de solos confirmar se uma pessoa ou objeto fez parte da cena de um crime. E nem é preciso muito material. Com as técnicas aprimoradas nos últimos anos, uma quantidade de solo equivalente a um grão de arroz pode ser suficiente para revelar a origem de uma amostra. Os principais avanços nessa área – a ciência do solo forense ou análise de solos forenses – datam das duas últimas décadas.…

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