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Análise Geológica Forense de Crimes Internacionais com Mineração, Minerais e Metais (FGACIMMM)

 

A civilização não poderia existir como a conhecemos sem os minerais dos quais dependemos. No entanto, há um crescente problema de crimes internacionais, incluindo, mas não se restringindo a:

           

(i) Mineração ilegal além do controle regulatório;

(ii) Fraude;

(iii) Roubo;

(iii) Adulteração de concentrados minerais ou metais processados;

(iv) Substituição de amostras antes da análise;

(v) Mineração e comercialização de minerais de conflito;

(vi) Contrabando de minerais;

(vii) Falsificação.

                

A escala em que esses tipos de atividades criminosas ocorrem está atualmente pouco documentada, mas suspeita-se que tenham repercussão internacional e estejam ligados a carteis de crime organizado, organizações terroristas e regimes políticos.

               

O Projeto Especial FGACIMMM tem dois objetivos principais:

                 

(1) Avaliar a atual escala global de crimes associados à mineração;

(2) Avaliar metodologias geológicas que podem auxiliar as agências de Segurança Pública na prevenção, controle e mitigação de crimes minerários, assim como a identificação das prioridades de pesquisa necessárias para desenvolver protocolos rigorosos necessários para combater essa cadeia clandestina de abastecimento de minerais.

                     

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Banco Nacional de Perfis Auríferos (BANPA)

                       

Sob coordenação da Diretoria Técnico-Científica (DITEC) da Polícia Federal, o Programa Ouro Alvo tem como objetivo criar e fomentar o primeiro Banco Nacional de Perfis Auríferos (BANPA) do Brasil, com o propósito de auxiliar em investigações relacionadas a lavagem de dinheiro, crime organizado, financiamento ao terrorismo, crimes ambientais, riscos e vulnerabilidades associados ao ouro na América Latina.

                   

Busca-se, desta forma, desenvolver protocolos para o rastreamento da origem de ouro ilegal apreendido, principalmente aqueles extraídos de forma clandestina em garimpos irregulares no Bioma Amazônico. Para isso, serão aplicados métodos isotópicos e espectroscópicos a fim de caracterizar estes metais.

                    

              
Programa Nacional de Isótopos Forenses da Polícia Federal

            

Sob coordenação da Diretoria Técnico-Científica (DITEC) da Polícia Federal, o Programa Nacional de Isótopos Forenses tem o propósito de desenvolver e pesquisar novas aplicações de análises isotópicas em objetos de exame sob investigação criminal, como entorpecentes, documentos, obras de arte, gemas e joias, minérios e vestígios que podem ser encontrados em cenas de crime. A partir da criação do Laboratório Nacional de Isótopos Forenses (LANIF), estão sendo criados protocolos para preparação e análise destes materiais utilizando a infraestrutura própria do Instituto Nacional de Criminalística (INC) e setores técnico-científicos.

                     

Participam do Programa diversas universidades nacionais e estrangeiras, como a Universidade de Brasília (UnB) e Universidade de São Paulo (USP).

                      

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